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Lapidar-se

 

 
Joia br - 20 de junho de 2016
 

 

atualizado em 23/06/2016

Ressocialização: Projeto irá ensinar lapidação e criação de artesanato mineral a detentos.

Da redação - Toda vida é preciosa. A partir dessa premissa foi desenvolvido o Projeto Lapidar-se, que  irá ensinar técnicas de lapidação e criação de peças artesanais a 15 detentos da Penitenciária Floriano de Paula, em Governador Valadares (MG). A ação é uma iniciativa do Grupo Nevestones em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Conselho de Criminologia e Política Criminal de Minas Gerais e o Instituto dos Advogados de Minas Gerais.

O lançamento acontece nesta segunda-feira (20), às 20h, no Auditório da FIEMG em Governador Valadares. Na oportunidade, será realizada uma homenagem ao Dr. Thiago Colnago, juiz da Vara de Execuções Penais, defensor de iniciativas de ressocialização na população carcerária e um dos incentivadores do Projeto Lapidar-se.

Transformando vidas

Sob a coordenação do advogado criminalista e professor da UFMG, Prof. Dr. Felipe Martins Pinto, o Projeto inclui aulas de técnicas de lapidação e confecção de peças de artesanato e adornos. Todo o equipamento e insumos necessários serão doados pela Nevestones, que controla a MIna Cruzeiro, considerada a maior mina de turmalinas do mundo (saiba mais aqui).

Serão usadas máquinas de lapidação, metais comuns e gemas de pequeno valor comercial. A concepção do projeto prevê que, através do trabalho criativo dos presos, seja agregado valor artístico às peças, que poderão participar de exposições no Brasil e no exterior, além de serem comercializadas através de uma ONG, com renda revertida em prol da comunidade prisional da penitenciária. As oficinas estão previstas para começar no dia 1º de julho.

Além da oportunidade de ressocialização através do aprendizado profissional, o Projeto Lapidar-se busca ainda a transformação interior dos assistidos. Para tanto, conta com o talento e a sensibilidade da artista plástica Maria Lúcia Barbosa, consultora que irá trabalhar diretamente com os presos, promovendo formas de expressão artística e criatividade. Sua arte já mudou vidas de jovens do sertão cearense, onde implantou o projeto Mãos de Quixeramobim, ensinando a artesãos e lapidadores, por meio de cursos de criação e design, o aproveitamento de refugos minerais na produção de joias.


vídeo: cortesia NeveStones - produção: Cena 2

Natural de Campos dos Goytacazes (RJ), Maria Lúcia Barbosa é licenciada em Letras e Literatura e Pedagogia. Cursou a primeira turma da Escola Mineira de Joalheria e passou a se dedicar ao mundo das joias. Atualmente residindo em Belo Horizonte, a artista morou muitos anos em São Paulo e teve suas  coleções exibidas em várias cidades do mundo.

Maria Lúcia foi destaque na seção Joalheria de Arte em setembro de 2004 (clique aqui para conferir a matéria).

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