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Economia criativa

 

 
Joia br - 16 de abril de 2013
 


Experiência do Polo Joalheiro do Pará será apresentada durante seminário em Portugal.

Da redação - O trabalho desenvolvido no Espaço São José Liberto será destaque no “Encontro Luso-Brasileiro de Economia Criativa para o Desenvolvimento Territorial”, que acontecerá em Lisboa, no Espaço Brasil - administrado pela Funarte (Fundação Nacional de Artes). O evento é uma realização do Ministério da Cultura (Minc), por meio da Secretaria de Economia Criativa.

O encontro será realizado nos dias 7 e 8 de junho e faz parte da programação de encerramento das atividades do "Ano do Brasil em Portugal/Ano de Portugal no Brasil". Apenas duas experiências brasileiras e duas portuguesas serão apresentadas durante o evento, cuja programação inclui intercâmbios de experiências de economia criativa e desenvolvimento territorial. Do Brasil, foram convidados dois Estados: Pará e Minas Gerais.

O Pará será representado no encontro pelo Programa Polo Joalheiro do Pará, desenvolvido no Espaço São José Liberto, em Belém, que se tornou referência de política pública e projeto de economia criativa. A outra experiência brasileira é o Polo Criativo Zona da Mata Mineira.

Exposição

O Pará também foi convidado para participar da exposição “Cultura e Natureza: Design, Moda e Manualidades Amazônicas”, que acontece entre os dias 7 e 10 de junho, também no Espaço Brasil, em Lisboa. Na ocasião, serão expostos acessórios de moda, joias e manualidades criadas e confeccionadas por profissionais vinculados ao Espaço São José Liberto.

O São José Liberto é considerado um território criativo desde sua criação, em 2002. De acordo com Rosa Helena Neves, diretora executiva da instituição, o local desenvolve suas ações tendo como eixos estratégicos a diversidade cultural amazônica, a inclusão social produtiva, a sustentabilidade e a inovação, a partir de materiais extraídos da floresta. A referência é a dimensão cultural material e imaterial da Amazônia.


“Joias e acessórios de moda são criados com um design universal, em que a cultura, a natureza e o homem se harmonizam na geração de riqueza”, ressaltou a diretora, acrescentando que, neste território (material e imaterial), foram organizadas cadeias produtivas de setores criativos, como as de joalheria, moda, culinária (representada nos licores, doces e bombons regionais comercializados na Casa do Artesão), artesanato e arquitetura.


fotos: divulgação

 

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