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Jóia contemporânea
Virginia Moraes

Virginia Moraes formou-se na primeira turma de desenho de jóias da AJORIO,  em 1987. No mesmo ano, começou a trabalhar na joalheria Sérgio D’Auria, no Rio de Janeiro, como desenhista de jóias; naquela época assim era designada a profissão. Virginia desenhava peças de alta joalheria, com ouro, diamantes e gemas valiosas.

 

De suas aulas com Paula Mourão nasceu a paixão pela joalheria autoral. Em 1992, participou da exposição “Joalheiros Artistas Plásticos”, no Museu Nacional de Belas Artes do RJ, ao lado de Caio Mourão, Bobby Stepanenko, Antonio Bernardo, entre outros. Já no ano seguinte, integrou a mostra “Arte Brasileira em Cuba”, no centro cultural Casa Guayasamim, em Havana, ao lado de Ziraldo e Carlos Scliar.

Em 94 foi para Brasília e lá se graduou em Educação Artistica pala UNB. Atuou como professora de joalheria em escolas e projetos do Sebrae-DF, FAT e no Ibama deu aulas para crianças de rua sobre reaproveitamento de serragem.

 

Ainda em Brasília, Virginia conquistou o Prêmio IBGM 1998 e foi curadora do “BSB Design Jóias”, evento que fez parte das comemorações dos 500 anos do Brasil.

“Do lixo ao luxo”, sua primeira coleção com madeira certificada, foi selecionada para a exposição “Design e Natureza", em 2000.

 

Em 2001, mudou-se para Londres, onde aprofundou seus estudos sobre joalheria contemporânea. Participou de vários cursos em universidades e ateliers e obteve o diploma “Advanced in Jewellery”, pela WAES. No mesmo ano, ela conquistou o primeiro lugar no concurso “Inspired By V&A Collections”, organizado pelo Victoria & Albert Museum com o anel VM:FM, em prata e madeira brasileira roxinho, peça inspirada na coleção de rádios produzidos na década de 30.

 

Virginia foi uma das organizadoras da mostra “Brazilian Jewellery Show - Inspired by Nature” (2003), que contou com a participação de dez designers brasileiros na Gallery 32, na Embaixada do Brasil em Londres, e no IBRIT (Instituto Brasil/Itália), em Milão. O conceito da mostra era a apresentação de jóias produzidas com material alternativo natural. Sua coleção “Vejo Flores em Você” utilizava flores secas do cerrado brasileiro.

 

De volta ao Rio de Janeiro, em 2004, junto com seu sócio e amigo Werner Baumann, Virginia abriu a Oficina - um espaço destinado à produção e reflexão sobre a joalheria contemporânea. Desenvolveram várias coleções, entre elas “Curvas do Rio” - Panorama Carioca e “O retorno do Plástico", jóias com plástico reciclado. No mesmo ano, foi finalista do concurso AngloGold Design Fórum Brasil com a peça ‘Floresta’, um pente de cabelo em ouro e madeiras.

 

Em 2005, passou a integrar o corpo docente da Universidade Veiga de Almeida e do Senac, com a disciplina Oficina de Criação de Jóias. Com o Senac também participou do Seminário de Design Sustentável, onde ministrou palestras com o tema "Utilização de Refugos na Produção de J óias".

Na SIERRAD, uma das maiores feiras de joalheria contemporânea da Europa, Virginia conheceu o titânio. Após pesquisas e experimentações, desenvolveu uma técnica particular no trabalho com o metal.

Com a linha de titânio participou da mostra "Design Connection" em Buenos Aires, "Jóias Reais" no Rio de Janeiro e, recentemente, fechou uma parceria com a Uncle K, que promoveu a venda de suas jóias nas lojas da marca em todo o Brasil.


Virginia Moraes
virginia@virginiamoraes.com

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