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Versatilidade, arrojo e modernidade
Patricia Centurion

As peças de Patricia Centurion são contemporâneas, repletas de personalidade e em sintonia com as tendências internacionais. Perfeccionista, ela coordena pessoalmente a elaboração de cada jóia, acompanhando desde a escolha do material a ser utilizado até o processo de acabamento.

Em 1989, a paulistana Patricia Centurion formou-se em ourivesaria, desenho, gemologia e história da joalheria na conceituada escola italiana Le Arte Orafe, em Firenze. Prosseguiu seus estudos no Brasil, graduando-se em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Seu currículo, em permanente ebulição assim como seu espírito inquieto, foi complementado com aulas no Instituto per L’Arte il Ristauro Palazzo Spinelli e no Fuji Studio, na Itália e, também, na Or Virtual, em Barcelona, Espanha.

Após trabalhar como freelancer por dois anos, em 1999, Patricia inaugurou seu primeiro Atelier, na elegante região dos Jardins, em São Paulo, com uma proposta diferenciada: atendimento personalizado e com hora marcada. Investiu na concepção de uma atmosfera aconchegante, que convidasse o cliente a uma interação maior não apenas com as jóias, mas para com a joalheira. “Uma jóia deve ser atemporal e capaz de captar e de refletir a personalidade de quem vai usá-la”, diz a artista, que gosta de estabelecer com cada um de seus clientes uma relação de cumplicidade. Neste ano, duas de suas coleções merecem destaque: Quênia, ressaltando a vida tribal e colorida deste país africano, e Metrópoles, um contraste entre o mundo primitivo e a modernidade das grandes cidades.

O ano 2000 foi particularmente importante na carreira de Patricia. Foi quando teve suas jóias incluídas no livro “Gold Trends Brasil” e também conquistou o prêmio revelação no Tahitian Pearl Trophy, em Paris.

As boas notícias no campo profissional continuaram em 2001, com a inclusão de suas jóias nos livros “Design of the World” e “Krystallos – Brasil Gemas em Design”.
Entre suas principais coleções neste ano está a "Código de Barras". Futurista, ela nasceu da pesquisa “Reconstrução de Identidade”, realizada pela artista para o livro Gold Trends Brasil.

Após o nascimento de sua primeira filha, Maria Eugênia, Patricia lança em 2002 a coleção de jóias Maria & Eugênio, hoje um dos carros-chefes de vendas do Atelier. Fazendo uso do traço livre para captar o caráter ingênuo e cheio de vida das crianças, ela desenvolve inicialmente uma linha de pingentes. Estimulada pela acolhida carinhosa das clientes e cheia de idéias, a joalheira resolveu dar vida aos dois personagens também em brincos em ouro amarelo ou branco 18K, chaveiros, pulseirinhas e escapulários. A coleção, que já soma mais de 100 diferentes produtos, é permanentemente ampliada e pode ser encontrada em diversas joalherias em todo o país e também no exterior.

A presença de seus trabalhos no mercado internacional teve início em 2000, com a exposição de peças na tradicional galeria La Reine Margot, em Paris. O interesse despertado abriu as portas para outros importantes espaços na Holanda e nos Estados Unidos.

No ano passado, o reconhecimento internacional se deu com a realização da exposição "bioJOYA Brasil" em Madri e em Munique. Atualmente, suas jóias podem ser encontradas na Galeria Paloma Larroy (Madri), Artefakt (Munique) e PuntoBr (Milão).

O ano de 2007, aliás, marca uma nova etapa na carreira de Patricia: em dezembro, ela inaugurou seu novo Atelier, um espaço amplo e elegante onde a arquitetura aproxima o cliente do universo joalheiro, mostrando a jóia como uma arte acessível. Mas a atual paixão – e também xodó - da joalheira é a Galeria, localizada no segundo andar e estruturada para receber manifestações de arte, desfiles e exposições de quadros e fotos.

Para marcar a abertura do novo espaço, ela lançou duas novas coleções: “Theo e Ferdinanda” e “Frida”. Theodor Ferdinand, filho de Patricia, empresta não só seu nome como sua personalidade marota à nova coleção, integrada, em um primeiro momento, apenas por pingentes vazados confeccionados em ouro branco e amarelo 18k, que vêm acondicionados em embalagens recicláveis.

      

O centenário do nascimento da artista mexicana Frida Kahlo instigou Patricia Centurion a criar uma coleção de peças inspiradas nas telas da pintora, que teve a vida marcada por tragédias e descobertas. A primeira parte da coleção é integrada por anéis, pulseiras e braceletes feitos em madeira com detalhes em ouro, que reproduzem os desenhos presentes em alguns de seus quadros. A segunda parte foi inspirada no diário de Frida e traz gravadas nas jóias algumas de suas frases mais marcantes.

Atualmente Patricia desenvolve a linha "Pássaros", projeto vinculado a uma ONG de preservação ambiental e que será lançada em setembro, e a coleção Índios, inspirada na diversidade das tribos indígenas brasileiras.

"Jóia é sonho, história, alegria, adorno, complemento e estilo. É um símbolo para marcar momentos únicos e muito especiais, além de ser um reflexo da personalidade de quem as usa"
Patricia Centurion

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